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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Wind of change

FONTE: ECONOMIST
DATA DA NOTÍCIA: 04/12 /2008

Energy: Wind power has established itself as an important source of renewable energy in the past three decades. The basic idea is ancient, but its modern incarnation adds many new high-tech twists.
Old-fashioned windmills, no longer used to grind flour, have become tourist destinations in much of the developed world. Most people would agree that wooden windmills fit pleasingly into the landscape, and are charming reminders of a simpler, agrarian past. But opinion is divided about their high-tech descendants, wind turbines, which are springing up across the world as a source of renewable electricity. To some they are a blight on the landscape; to others they are graceful, majestic structures that signal the shift towards new sources of energy.
The first wind farms sprouted in California in the early 1980s, beneficiaries of generous tax credits. Among the rolling hills of Altamont Pass, near San Francisco Bay, some early turbines can still be seen spinning, turning a portion of the wind’s kinetic energy into electricity. With capacity of mere tens of kilowatts and a rotor diameter of 15 metres or so, these windmills are no giants, at least by today’s standards. New machines typically have a capacity of 1.5-2.5 megawatts (MW), or 30 to 50 times that of the early Altamont Pass turbines, with rotor diameters as great as 100 metres, so that their blades sweep an area about the size of a football field.
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The wind-power industry has come a long way since the first Altamont Pass turbines started to spin. Although wind generates only about 1% of all electricity globally, it provides a respectable portion in several European countries: 20% in Denmark, 10% in Spain and about 7% in Germany. Wind power is also on the rise in America, where capacity jumped by 45% last year to reach nearly 17 gigawatts (GW) at the end of 2007. In China the pace has been faster still. Since the end of 2004, the country has nearly doubled its capacity every year. Globally, wind power installations are expected to triple from 94GW at the end of 2007 to nearly 290GW in 2012, according to BTM Consult, a Danish market-research firm. They will then account for 2.7% of world electricity generation, the company predicts, and by 2017 their share could be nearly 6%.

LINK: http://www.economist.com/science/tq/displaystory.cfm?story_id=12673331

COMENTÁRIO: O artigo apresenta de forma rápida um resumo da evolução do mercado de energia eólica nas últimas 3 décadas. A partir do início do anos 70, com a segunda crise do petróleo em 1973, os países perceberam que não podiam deixar as suas economias a mercê do preço do petróleo. Notadamente os países com base industrial e grande dependência de importação de petróleo, tais como Alemanha, Espanha, Dinamarca e Estados Unidos, começaram a investir em pesquisa para desenvolvimento de tecnologia para geração de energia eólica. A primeira usina eólica comercial conectada a rede publica foi instalada em 1979 na Dinamarca. A partir dai, em alguns países como Alemanha, os governos passaram a dar incentivos que permitiram que a indústria se desenvolvesse, ganhasse escala e atraísse investimentos do setor privado.
No Brasil, com uma matriz energética baseada em energia hidráulica, petróleo e biomassa, apesar da boa disponibilidade de ventos na região sul e nordeste, a introdução das unidades de geração por energia eólica demoraram muito a acontecer.
Até ha algum tempo atrás a posição (míope) do governo era de não incentivar os investimentos em geração por energia eólica, porque o país não dominava e ainda não domina, a tecnologia de desenvolvimento de geradores eólicos e isto representaria ter que pagar por tecnologia importada.
O Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica, o PROINFA criado em 2002, com investimento do BNDES a partir de 2004, foi muito criticado pela indústria por exigir um alto índice de nacionalização dos equipamentos (60%). Esta meta é difícil de ser atingido em um país que conta com apenas dois fornecedores de turbinas geradoras, o último instalado no ano passado. Soma-se a isto o baixo preço pago nos leilões de energia. Na prática, até 2007, após 5 anos de existência o PROINFA só tinha atingido 26% de suas metas.
Uma das primeiras empresas fabricantes de geradores eólicos a atuar no Brasil, a partir de 1996, foi a Wobben Windpower , subsidiária da ENERCON GmbH da Alemanha, que possui duas unidades industriais uma em Sorocaba (SP) e a outra em Pécem (CE) e já instalou mais de 200 aerogeradores no país.
O primeiro grande investimento em geração de energia foi em 2005 no Parque Eólico de Osório, localizado no Rio Grande do Sul com 75 torres com 98 metros de altura e uma capacidade de geração de 150 MW entrou em operação no início de 2007. O investimento total na época foi de R$ 670 milhões, dos quais 69% foram financiados pelo BNDES.
Recentemente os pais têm atraído investimento de fabricantes de aerogeradores, como a alemã Führlander que está investindo R$ 20 milhões na construção de uma unidade industrial em Pecém.
A argentina Impsa está se instalando no país e prevê investimento também na ordem de R$ 20 milhões.
Entre as empresas de geração de energia destacam-se a Ventos do Sul pertencente à espanhola Enerfin/Enervento (Grupo Elecnor) com 90%, à alemã Wobben com 9% e à brasileira CIP Brasil, com 1%.
A carioca Multiner, empresa de capital aberto, esta desenvolvento dois projeto Alegria I e Alegria II em Grumaré, no Rio Grande do Norte, com 92 turbinas eólicas fornecidas pela dinamarquesa Vestas e uma capacidade total planejada de 151,8 MW.
Hoje existem no país, segundo informações divulgadas pelo Ministério de Minas e Energia, 75 empreendimentos em operação, 38 em construção e 21, com EPC.
No mundo a demanda por energia eólica tem crescido de forma expressiva, a taxa superiores a 20% ao ano e o Brasil ocupa o tímido 20º lugar.
De acordo com o Altas do Potencial Eólico Brasileiro elaborado pelo MME, o país possui um potencial de 143,4 GW distribuído em 5 regiões, o que equivale a 10 Usinas de Itaipu. Isto, com uma geração distribuída e impactos ambientais muito menores.

Veja também:
Cemig investe R$ 213 milhões em energia eólica

Energia Eolica Aneel.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O legado da Wikipédia

FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS
DATA DA NOTÍCIA: 16/12 /2008

Quarto site mais acessado do mundo, a enciclopédia online em que qualquer pessoa pode editar os verbetes tem muito a ensinar às empresas que querem entrar na era da colaboração.
Wikipédia vem da expressão havaiana wikiwiki, que significa rápido. E rapidez é mesmo a sua marca. Às 23h03 de 4 de novembro (2h03, no horário de Brasília), por exemplo, o verbete sobre as eleições americanas já registrava a vitória de Barack Obama. Essa agilidade, associada à vasta gama de assuntos tratados, transformou a Wikipédia, de um projeto de enciclopédia online em inglês escrita e editada pelos próprios leitores, em um fenômeno global. Em oito anos, virou o quarto site mais visitado do mundo, com 300 milhões de páginas vistas por dia. Existem wikipédias em 253 línguas e a maior é no idioma inglês, com 2,6 milhões de verbetes. Mas por trás dessa grande operação há uma organização enxuta, num modelo de negócios inusitado. Com 22 funcionários, a Wikipédia conta com milhares de editores voluntários. Gasta por ano US$ 4,6 milhões, dinheiro obtido com doações que vão de poucos dólares a cheques de cinco dígitos. No início de novembro, a Wikimedia, fundação responsável pela enciclopédia, lançou uma campanha para arrecadar US$ 6 milhões e conseguiu quase a metade em dez dias. O segredo? A chance de fazer parte da missão de tornar o conhecimento acessível a qualquer um – e de forma gratuita.

LINK: http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG85268-8377-22,00-O+LEGADO+DA+WIKIPEDIA.html

COMENTÁRIO: Este é mais um dos bons exemplos da era da internet. Embora ele tenha alguns traço particulares de negócios na internet, como o conceito de colaboração, tão importante na Web 2.0, tem alguns outros elementos que são, ou deveriam ser, comuns a muitas empresas de sucesso. A simples leitura do artigo permite identificar estes elementos.
Em primeiro lugar ele se baseia em um senso de oportunidade e num modelo de negócio inovador. A partir dai criou um visão estratégica. O negócio é baseado em conhecimento e em agilidade e velocidade da informação. Possui um gestão eficiente e custos bem controlados. Estes elementos já constavam em muitos dos manuais de negócio da década de 80. Muitas empresas entretanto não alcançam o seu potencial por não conseguirem conjugar todos elementos em seus negócios. Assim temos empresas com boa visão estratégica mas lentas e mal geridas. Temos empresas com um bom modelo de negócio mas sem controle de custos eficientes etc.
O que realmente é novo na era da internet é o conceito de colaboração, que faz com que a empresa ganhe dinheiro tendo milhares de colaboradores anônimos trabalhando de graça (sem salário, benefícios, inss, fgts, pis, confins, pasep). Certamente um sonho dourado de muitos empresários : )).
De toda a forma Jimmy Wales foi um visionário e sua empresa alcançou um sucesso merecido. É verdade, como diz a materia, muitas empresas tem que aprender antigas e novas lições com a Wikipédia.
Uma coisa entretanto faz pensar. Se em oito anos a Wikipédia é o 4º site mais acessado do mundo, qual será o seu tamanho em 2020? De minha parte, sempre que tenho que fazer uma pesquisa sobre algum tema, começo sempre com a Wikipédia. É sempre um bom começo, trazendo os conceitos básicos e boas referências para aprofundamento.
É por falar nisto, quem quiser saber um pouco mais sob Web 2.0, basta dar uma olhada na Wikipédia.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

e-Xyon administra mais de 1,2 milhão de processos

FONTE: COMARCA MUNDO JURIDICO
DATA DA NOTÍCIA: 14/10/2008

Gestor Jurídico atende necessidade das empresas de gestão de riscos jurídicos
A e-Xyon, empresa brasileira de Gestão de Riscos Jurídicos, que já gerencia mais de 1,2 milhão de processos, está ampliando sua atuação na prestação de serviços de gestão jurídica para departamentos jurídicos e escritórios. A companhia está expandindo suas soluções para o segmento de mercado de Recuperação de Créditos e Análise de Contratos.

Isso inclui a adequação das empresas e escritórios à Lei 11.638. A lei, semelhante à Lei Sarbanes- Oxley, foi promulgada em dezembro de 2007, entrou em vigor em janeiro de 2008 e deve ser aplicada nos balanços que serão divulgados a partir do primeiro trimestre de 2009.

Na prática, a nova lei muda a forma de se avaliar ativos, passivos e riscos. Essa lei se aplica às empresas de capital aberto e de capital fechado de grande porte e obriga a todas a seguir padrões internacionais de transparência nas práticas contábeis.

A e-Xyon possui uma completa plataforma de serviços para Gestão de Riscos Jurídicos. “Isto permite às empresas e escritórios realizarem um completo diagnóstico jurídico e fazer a gestão de suas carteiras de forma contínua e consistente” explica Victor Rizzo, gerente de Negócios da e-Xyon.

LINK: http://www.exyon.com.br/component/content/article/41-mercado-de-capitais/70-e-xyon-administra-mais-de-12-milhao-de-processos.html

COMENTÁRIO: Se consideramos que no país o judiciário como um todo tem cerca de 45 milhões de processos, a e-Xyon gerencia cerca de 2,7% deste total. Isoladamente a empresa gerencia mais processos do que diversos tribunais estaduais do país.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Embraer fez entregas recordes de 97 aviões no semestre

FONTE: G1 GLOBO.COM
DATA DA NOTÍCIA: 07/07/2008

Fabricante fechou trimestre com uma carteira de pedidos firmes de US$ 20,7 bilhões. Empresa manteve sua previsão de entregas no ano entre 195 e 200 unidades. Embraer anunciou nesta segunda-feira (7) ter realizado entregas de 52 aviões no segundo trimestre, elevando o total despachado nos primeiros seis meses do ano para um recorde de 97 unidades.
A terceira maior fabricante de aviões do mundo fechou o trimestre passado com uma carteira de pedidos firmes de US$ 20,7 bilhões, ante US$ 15,6 bilhões um ano antes, valor até então recorde para a empresa.
No segundo trimestre do ano passado, a Embraer havia entregue 36 aviões, num total de 61 unidades no primeiro semestre de 2007.

LINK: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL638127-9356,00.html

COMENTÁRIO: O Brasil aparece em 23º no ranking de exportações com aproximadamente 1,2% do total do volume mundial. Um resultado inexpressivo para a 8ª economia do mundo. A liderança mundial em exportações é disputada pela Alemanha e pela China, seguidas pelo Estados Unidos.
No ranking dos importadores o país aparece em 27º lugar, sendo a liderança dos Estados Unidos, seguido da Alemanha.
Um outro dado interessante é que 60% dos lucros das exportações Chinesas vão parar em mãos estrangeiras e não dos chineses. Veja o artigo http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2339495,00.html
Um estudo recente colocou o Brasil em 80º lugar em termos de abertura ao comércio exterior, atrás de Uganda. Vide artigo Brasil aparece em 80º lugar em ranking de abertura ao comércio exterior
Neste contexto segundo dados do MDIC, a Embraer ocupa o 3º lugar entre as 50 empresas do país que respondem com 47% das exportações. No ano passado foram US$ 4,7 bilhões em exportação (valor FOB). Aviões são o 4º item em nossa pauta de exportação. Não é pouca coisa !

domingo, 29 de junho de 2008

Carro movido a Ar Comprimido pode ser opção à crise de energia

FONTE: VICTOR RIZZO
DATA DA NOTÍCIA: 30/06/2008
A notícia não é nova, mas acho que vale a pena um artigo.

A transformação de energia pneumática em energia mecânica é um processo bastante conhecido e utilizado no mundo todo. O seu emprego mais conhecido são os cilindros pneumáticos que transformam ar comprimido em movimento linear para o acionamento de quaisquer dispositivos e são largamente utilizados na indústria. Também não são novidade os motores pneumáticos que transformam o mesmo ar comprimido em movimento rotacional. Nos dois exemplos acima e preocupação sempre foi muito mais com o desempenho da função do que com a eficiência.

Da mesma forma, não é novidade a utilização de ar comprimido para veículos. Em 1872 já circulavam em Nantes, na França, bondes a ar comprimido.

A novidade agora é que algumas empresas estão desenvolvendo motores pneumáticos, chamados "motores a ar" nos quais a eficiência teria alcançado um nível que permitisse a sua utilização em veículos de passeio.

Uma destas empresas é a francesa MDI fundada em 1991 por Guy Nègre, engenheiro aeronáutico que se especializou em melhoria de eficiência de motores de combustão interna e que na década de 80 passou pela Fórmula 1 onde obteve certo sucesso projetos de motores. Em 1998 a MDI lançou o primeiro protótipo de um taxi movido a ar comprimido.

Hoje os modelos em desenvolvimento alcançam velocidades de até 110 km/h e tem autonomia de 200 km. O que mais chama a atenção, não chega a ser o desempenho, mas a economia. Segundo o fabricante, os reservatórios de ar comprimido do veículo poderiam ser recarregados em 3 min em qualquer compressor pneumático para pneus de postos de gasolina, ou ainda durante 4 horas em qualquer tomada elétrica. O preço da recarga seria de incríveis US$ 2,00 !!! Isto na prática significaria um custo de R$ 0,0165/km contra R$ 0,24/km de um motor a gasolina. Ou seja, uma redução de cerca de 93% !!!. O custo de veículo será de US$ 15.000.

A tecnologia desenvolvida pela MDI, utiliza o principio de cilindro/pistão já utilizados nos motores de combustão interna, possuindo entretanto algumas vantagens sobre este.

Diferentemente dos motores tradicionais que funcionam dentro de um ciclo de admissão/compressão/explosão/expansão, no motor a ar comprimido não existe explosão e portando não existem altas temperaturas. Isto permite que o bloco do motor seja construído de alumínio e não ferro fundido, fazendo que o motor se torne muito mais leve. A ausência de altas temperaturas também reduz sensivelmente o preço de fabricação do motor que não precisa de resfriamento a água.

Os reservatórios de ar comprimido são feitos de fibra de carbono e a carroceria de alumínio. Com tudo isto o veículo é consideravelmente mais leve. Os modelos pesam 380 kg, 540 kg e 850 kg. Com peso menor, os motores também podem trabalhar com menor potência. As potências são de 22 hp, 50 hp e 75 hp respectivamente.

O projeto da MDI é um pouco controveso. Apesar de diversos anúncios de lançamento desde 2001, o veículo ainda não entrou em escala industrial.

Em fevereiro de 2007 a MDI anunciou o licenciamento de sua tecnologia para a indiana Tata Motors e espera colocar o produto no mercado até 2010.


Outra empresa é a australiana Energeair fundada em 2000 por Angelo di Pietro. Formado em engenharia, o italiano Pietro trabalhou nos laboratórios de pesquisa de motores rotativos Wankel na Mercedes Benz na Alemanha, no qual se inspirou para desenvolver em 1999 seu motor rotativo a ar comprimido de 13 kg.

Os motores rotativos de Pietro já são utilizados em veículos de transporte de pequenas cargas.

As grandes vantagens deste tipo veículo são:
-o ar comprimido pode ser obtido de forma fácil, utilizando-se fontes de energia renováveis como eólica e solar;
-ar comprimido é fácil de transporta e armazenar;
-ar comprimido não é inflamável;
-os custos envolvidos na fabricação dos veículos são sensivelmente menores;
-ao contrário de veículos elétricos, os que utilizam ar comprimido não necessitam de baterias caras e que causam problemas ambientais ao final do seu ciclo de vida;
-o motor a ar comprimido é livre de emissões (CO2 e outros gases poluentes);
-o ar comprimido a ser utilizado pelos veículos é filtrado e sai do motor em um estado de pureza maior do que entrou;
-por não trabalharem com combustão, os motores exigem menos manutenção.

Trata-se de uma excelente opção para cidades, onde 80% dos veículos andam menos que 60 km por dia. Particularmente para as grandes cidades como São Paulo, México e Tóquio, a opção do caro movido a ar comprimido poder ser uma alternativa importante para redução dos elevados níveis de poluição.

Embora ainda haja alguns questionamentos feitos por opositores, parece que a tecnologia está próxima de ser utilizada em escala industrial. Se isto ocorrer, estamos diante de uma potencial ruptura na indústria automotiva baseada em motores a combustão interna.

A utilização de veículos movidos a ar comprimido seria também passo rumo à redução dos gases de efeito estufa, desde que a energia utilizada para a geração do ar comprimido não fosse de origem fóssil.

LINKS:
MDI - http://www.motormdi.com/

Engineair- http://www.engineair.com.au/

Videos no Youtube - http://site.noticiaproibida.org/videos-sobre-o-carro-movido-a-ar-comprimido.html

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Inovação só existe quando se cria valor

FONTE: ÉPOCA
DATA DA NOTÍCIA: 25/06/2008

Para o professor de Gestão de Inovação na Universidade de Brighton, o Brasil deve aperfeiçoar as práticas de gestão da inovação para continuar crescendo. Howard Rush, 45 anos, é um acadêmico com pé no mercado. Ele se preocupa em estabelecer um fluxo de idéias constante entre as salas de aula e a indústria. Segundo Rush, é assim que a academia cumpre seu papel de forma mais plena. “A inovação só existe de fato quando se cria algum valor a partir da aplicação prática de uma idéia”, diz. O professor estará no Brasil no dia 25 de junho para uma palestra organizada pelo British Council sobre as boas práticas da Gestão da Inovação.

LINK:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI6721-15246,00-INOVACAO+SO+EXISTE+QUANDO+SE+CRIA+VALOR.html

COMENTÁRIO: O tema inovação é extremamente atual em uma sociedade movida a informação e intimamente associado a competitividade das empresas e do país. A inovação permite também produzir produtos com maior conteúdo tecnológico e valor agregado.

Em pesquisa citada em artigo de autoria de Clemente Nóbrega publicado pela Epoca Negócios (outubro 2007) o Brasil ficou em 40º lugar no ranking de índice global do Insead para medir a capacidade de criar um ambiente estimulande a inovação. O artigo Clemente Nobrega é muito interessante discute também as condições necessárias a inovação. Veja em http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79418-8374-8,00.html

Uma forma de se medir o grau de inovação de um país pode também ser pela quantidade de patentes requeridas. Neste quesito o Brasil também não apresenta um desempenho muito destacado, conforme pode ser visto na tabela abaixo.

De acordo com estes dados podemos verificar que o número de pedidos de patentes por residentes no Brasil não é expressivo dentro de um cenário global. Se compararmos este número com a população do país, fica evidente que a produção de patentes do Brasil é pífia em relação aos demais países.
Se agora compararmos os dados de pedidos de patente por milhão de habitantes com a renda per capta, veremos que existe um forte correlação entre estes dois números, indicando que uma maior quantidade de patentes está associada a renda per capta mais elevada.


No ramo de Nanotecnologia por exemplo, segundo Marcelo Tredinnick, examinador de patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) (citado em http://inovativa.blogspot.com/), no Japão, por meio da Japan Patent Office (JPO), já foram concedidas até hoje 589 patentes em nanotecnologia, para mais de 1,8 mil depósitos. Na Europa, foram concedidas 350 pela European Patent Office (EPO) e, nos Estados Unidos, 286 pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO). No Brasil, o INPI concedeu, até o momento, apenas 13 patentes.

Temos entretanto também alguns bons exemplos, quando existe investimento, como o citado pelo estudo "Mapeamento Tecnológico do Biodiesel e Tecnologias Correlatas sob o enfoque dos pedidos de patentes”, da pesquisadora Cristina d’Urso de Souza Mendes, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Segundo o estudo, os pedidos brasileiros de patentes relacionados ao biodiesel cresceram dez vezes, passando de dois para 20, entre 2003 e 2006. No mesmo período, o total de depósitos no mundo subiu menos de cinco vezes, saindo de 90 para 427 no mesmo período. O resultado desta evolução é que, no ranking internacional, o Brasil passou da 13ª posição em 2003 para o 5º lugar, em 2006, atrás apenas dos quatro países citados acima.
A pesquisa acima mostra uma clara relação entre investimentos e inovação. Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no pais são da ordem de 0,4% do PIB. Um volume baixo se comparado a países como a Corea, onde os investimento em inovação chegam a 3% do PIB.

Em resumo, inovação é resultante de educação e investimento. Inovação gera desenvolvimento econômico. Inovação é criatividade aplicada e tornada útil.
Veja também o site do Centre for Research in Innovation Management no link abaixo:
http://centrim.mis.brighton.ac.uk/
Veja també o artigo publicado por Daniel Roedel em Considerações sobre o Brasil e a Sociedade do Conhecimento
Victor Rizzo - Blog Nossos Negocios

terça-feira, 24 de junho de 2008

Petrobras: refinarias no NE terão unidades de biomassa

FONTE: ESTADÃO
DATA DA NOTÍCIA: 23/06/2008

O gerente de desenvolvimento de negócios internacionais de biocombustíveis da Petrobras, Fernando Cunha, revelou que a estatal estuda instalar nas suas próximas refinarias Premium no Nordeste unidades integradas de biomassa. No início do mês, a companhia informou que a primeira a entrar em operação, a do Ceará, irá custar cerca de US$ 11 bilhões. "A refinaria Premium da Petrobras já pensa nessa questão, de refinar petróleo já com a biomassa, são as biorefinarias", disse.
Em palestra hoje na Câmara de Comércio Brasil-França, o executivo informou que a Petrobras tem feito contato com empresas da Espanha e França para uma eventual instalação de uma unidade de biocombustíveis na região tendo como matéria-prima produtos brasileiros.

LINK: http://www.anba.com.br/noticia_petroleoegas.kmf?cod=7390142

COMENTÁRIO: A palestra foi bastante elucidativa, traçando um panorama do consumo mundial de energia, a matriz energética brasileira, os caminhos adotados pela Petrobras com relação ao desenvolvimento de Biocombustíveis (Etanol e Biodiesel) e o futuro próximo das tecnologias para produção de energia a partir de biomassa. O Blog espera em breve poder indexar também esta apresentação.
Veja também do Fernando Cunha, a reportagem sobre alternativas para combustíveis de termelétricas no link abaixo.
Parabéns Fernando Cunha.
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Petrobras está otimista com produção de biodiesel com a Galp Portuguesa

FONTE: Agência de Noticias Brasil-Arabe / Agência Lusa
DATA DA NOTÍCIA: 18/06/2008

'Estamos muito otimistas principalmente com a possibilidade de abertura do mercado de distribuição de biodiesel na Europa', disse o gerente de biocombustíveis da estatal brasileira, Fernando Cunha.
A Petrobras está "otimista" com o acordo para produção de biodiesel em parceria com a Galp, que dever começar até ao fim deste ano, disse à Agência Lusa fonte da estatal brasileira. Fernando José Cunha, gerente de biocombustíveis da Petrobras, afirmou que o estudo de viabilidade técnica está sendo finalizado pelas equipes das duas companhias."Estamos muito otimistas com essa parceria, principalmente com a possibilidade de abertura do mercado de distribuição de biodiesel para a Petrobras na Europa a partir da Galp", afirmou.

LINK: http://www.anba.com.br/noticia_agroenergia.kmf?cod=7375625&indice=30
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domingo, 15 de junho de 2008

Petrobras batiza subsidiária para etanol de Petrobras Bioenergia

FONTE: FINANCE ONE / REUTERS BRASIL
DATA DA NOTÍCIA: 12/06/2008

A nova empresa de biocombustíveis que será criada pela Petrobras vai se chamar Petrobras Bioenergia e terá o atual diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, entre os membros do seu Conselho de Administração. Segundo Costa, depois da criação da companhia a área de Abastecimento ficará com a administração dos alcooldutos que serão construídos e com a comercialização do etanol, mas a produção ficará a cargo da nova subsidiária. "Estamos preparando todo o material para passar para a nova companhia", informou o executivo à Reuters. Para operar um dos dois alcooldutos planejados inicialmente a Petrobras criou, com a japonesa Mitsui e a Camargo Correa, a PMCC Projetos de Transporte de Álcool S.A., para construir o trecho entre Senador Canedo (GO) e Paulínia (SP). A previsão é que a obra seja concluída em 2009.

LINK: http://www.financeone.com.br/frame/?lnk=335119

COMENTÁRIO:Os produtos da cana de açúcar (etanol e biomassa) já são responsáveis por 16% da matriz energética do país. A Agência Internacional de Energia afirmou em seu relatório divulgado em 26/05 em París que os biocombustíveis produzido em regiões tropicais, que não concorram com a produção de alimentos serão indispensáveis para fazer frente ao aumento da demanda de combustíveis e representarão cerca de 60% do aumento da oferta de combustíveis em países fora da Opep este ano. Aumentam as exportações do Etanol para Japão e Suécia. Em boa hora a iniciativa da Petrobras. Veja também notícia publicada em 22/05/08 "Cana-de-açúcar já é a segunda fonte primária de energia no Brasil ".
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Fábrica de plástico verde da Braskem será instalada no RS

FONTE: GAZETA MERCANTIL
DATA DA NOTÍCIA: 06/06/2008

A Braskem nem começou a construir a unidade de polietileno produzido a partir de etanol, confirmada ontem para o pólo petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, e já pensa em ampliar a unidade em virtude da grande demanda pelo chamado plástico verde. A planta terá uma capacidade instalada de 200 mil toneladas/ano.
Mas, segundo o presidente da empresa, José Carlos Grubisich, os pedidos do mercado, no Brasil e no exterior, são três vezes maiores, na ordem de 600 mil toneladas/ano. "Isso nos permite começar a pensar em um segundo projeto de investimento", diz Grubisich, lembrando que o planejamento inicial era de uma planta de 100 mil toneladas/ano, volume que foi duplicado pela demanda.
A unidade era disputada por Triunfo e Camaçari, na Bahia, mas a empresa já dava sinais desde o final do ano passado de que escolheria o pólo gaúcho. Segundo Grubisich, pesaram na decisão por Triunfo a localização da planta-piloto de polietileno e do Centro de Tecnologia que desenvolveu a resina. A última pendência foi a negociação fiscal devido a créditos tributários acumulados que o governo estadual deve à empresa.
O investimento na planta, cuja produção começará a partir de 2010, ficará entre R$ 400 e R$ 500 milhões que, com o volume de 200 mil toneladas, irá gerar uma receita de aproximadamente R$ 700 milhões/ano para a Braskem. A unidade demandará cerca de 450 milhões de litros de etanol por ano. Inicialmente o álcool será trazido de São Paulo, mas é interesse da empresa fomentar a lavoura de cana-de-açúcar no Rio Grande do Sul para obter matéria-prima mais barata com a redução de distâncias, segundo Grubisich. Incluindo outros produtos como o ETBE (bioaditivo automotivo), a Braskem estima que irá consumir entre 700 e 800 milhões de litros de etanol por ano.

LINK:http://www.investnews.net/integraNoticia.aspx?Param=13%2C0%2C1869975%2CUIOU

COMENTÁRIO: A importância desta notícia esta associada ao anúncio, em meados do ano passado, pela Brasken da criação da tecnologia que utiliza o etanol de cana-de-açúcar para produzir eteno, a matéria-prima para a fabricação de polietileno. O produto tem as mesmas características mecânicas do polietileno de petróleo mas é fabricado a partir de uma fonte renovável. O plástico, ao final do seu ciclo de vida, é biodegradável. O primeiro protótipo de "carro verde" com todos os compotentes plásticos produzidos a partir de etanol já foi apresentado pelo presidente Lula em Roma. O trabalho é uma parceria da Braskem com a montadora japonesa Toyota. Parabéns Brasken!
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terça-feira, 10 de junho de 2008

Multiner fecha encomenta de 92 turbinas eólicas

FONTE: O GLOBO
DATA DA NOTÍCIA: 07/06/2008

A carioca MULTINER fechou encomenda de 92 turbinas eólicas com a dinamarquesa Vestas. Os equipamentos vão para as usinas ALEGRIA I e II que terá produção anual de 492 GW/h, no Rio Grande do Norte. O contrato prevê a prestação de serviços por cinco anos. A eólica Gravatá (PE) também está na carteira da MULTINER, cujo projeto é ser um geradora diversificada de energia.

sábado, 7 de junho de 2008

Prontas para decolar? Empresas de TI do Brasil rumo à internacionalização

FONTE: PORTAL EXAME ABRIL
DATA DA NOTÍCIA: 29/05/2008

As empresas brasileiras de TI finalmente têm capital e incentivos para concorrer com as indianas — mas será que ainda dá tempo de ter relevância global?
O namoro entre a Mitsubishi e a Politec, empresa de serviços tecnológicos sediada em Brasília, durou mais de um ano. No final de abril, foi anunciado o casamento: a Politec foi escolhida para receber um dote de 100 milhões de dólares. Em troca, o braço de investimentos do conglomerado japonês vai ficar com 25% do capital da companhia — e dará início a um agressivo processo de internacionalização da Politec. Além de se tornar fornecedora prioritária de serviços tecnológicos para 500 empresas do grupo japonês em 80 países, a Politec também vai abrir uma filial no país natal de seu novo sócio.
Com quase uma década de atraso, a promessa de que o Brasil se transforme em uma base mundial de prestação de serviços de tecnologia parece finalmente estar se aproximando da realidade. Empresas brasileiras receberam investimentos que totalizam cerca de meio bilhão de dólares entre junho do ano passado e maio deste ano.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0919/tecnologia/m0160511.html

COMENTÁRIO: Depois de terem realizado o seu dever de casa, com a implantação de metodologias de desenvolvimento e de gestão de projetos, as empresas de TI conseguiram aumentar suas receitas e melhorar sua rentabilidade. As melhorias de gestão e no caixa, passaram a atrair investidores. O grande entrave para competição internacional neste segmento, cujo principal componente de custo é a mão de obra, ainda são os elevados encargos trabalhistas.
Por outro lado, gigantes mundiais do setor como a Tata (TCS), estão encontrando mais dificuldades em sua entrada no Brasil do que o previsto.
Veja também a noticia "Gestão de Projetos cresce e se profissionaliza", publicada no dia 31/05
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Hypermarcas compra Farmasa por R$ 873 milhões

FONTE: PORTAL FATOR BRASIL
DATA DA NOTÍCIA: 06/06/2008

A GP e a família Samaja foram assessorados pelo advogado Aloysio Miranda, do Ulhôa Canto, Rezende e Guerra Advogados, na venda por R$ 873 milhões do laboratórico farmacêutico Farmarsa para a Hypermarcas. A operação foi concluída em tempo recorde: apenas quatro dias. O negócio também envolveu a troca de participações. Agora, os antigos proprietários do laboratório passam a ter, cada um, 10% da Hipermarcas, dona das marcas Assolan, Gelol, ZeroCal e Merthiolate.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Estaleiro Mac Laren se recupera sob o comando de Gisela Mac Laren

FONTE: PORTAL EXAME
DATA DA NOTÍCIA: 29/05/2008

Mulheres em postos de comando ainda são exceção no ambiente empresarial brasileiro. Elas avançam, mas em ritmo lento — ou pelo menos mais lento do que gostariam. Em indústrias pesadas, como a naval, esse fosso se aprofunda. É por isso que a presença de Gisela Mac Laren continua a causar estranheza. Aos 40 anos de idade, a bela Gisela é hoje responsável por trazer de volta à tona um negócio criado há sete décadas por seu avô. Seu estaleiro, o Mac Laren Oil, está hoje entre os cotados para atender a parte da encomenda de 40 navios-sonda e plataformas semi-submersíveis que a Petrobras pretende construir para a exploração dos campos da camada pré-sal, a maior promessa de novas reservas de petróleo no mundo.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0919/negocios/m0160387.html

COMENTÁRIO: O artigo aborda a recuperação do setor naval brasileiro, em especial do Estaleiro Mac Laren Oil, tendo a frente a competência e beleza da neta do fundador. É claro que os bons ventos da economia e em especial da industria do petróleo também estão ajudando. Os estaleiros estão abarrotados de trabalho. Entre 2003 e 2007 o valor dos contratos assinados saltou de US$ 298,3 milhões para US$ 4,3 bilhões e o número de empregos de 7.500 para 40.000. Impresionante recuperação para um setor que já esteve moribundo.

sábado, 31 de maio de 2008

Gestão de projetos cresce e se profissionaliza

FONTE: ITWEB
DATA DA NOTÍCIA: 30/05/2008

A gestão de projetos já assume um papel estratégico dentro das companhias instaladas no País, de acordo com um estudo realizado pelo Project Management Institute Brasil (PMI), entidade internacional que regulamenta os executivos do setor. O trabalho constatou que o grau de profissionalização nessa área é crescente e que o monitoramento de projetos é cada vez mais valorizado dentro das empresas.
O “Estudo de Benchmarking em Gestão de Projetos”, realizado com 184 empresas (entre elas, Petrobrás, Nestlé, Vale, IBM e Lojas Renner), concluiu que 65% dos responsáveis por essa área possuem a certificação PMP (Project Management Professional) conferida pelo PMI. Segundo a entidade, são mais de 4 mil pessoas capacitadas no Brasil, e o número cresce ano a ano.

LINK: http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48327

COMENTÁRIO: Na onda da ISO 9000 o Brasil ocupou um lugar de destaque na América Latina. Agora é a vez da Gestão de Projetos. Aumenta a confiabilidade, melhora os resultados e reduz os prazos dos projetos. O velho objetivo: prazo, custo e qualidade pode ser melhor alcançado com a profissionalização dos gestores de projetos.

Basiléia II: vantagens competitivas com os novos parâmetros de gestão de risco

FONTE: FINANCIAL WEB
DATA DA NOTÍCIA: 27/05/2008

Mudanças serão profundas nas relações e no “modus operandi” do mercado financeiro
A publicação das novas regras do Acordo de Basiléia II pelo International Basel Committee on Banking Regulations and Supervisory Practices (Comitê de Basiléia), tem indicado um horizonte de mudanças e oportunidades na gestão de riscos, para o qual as instituições financeiras precisam se precaver. Para atender os anseios globais, o Banco Central deu início a um processo de adequação da legislação vigente, fazendo um mapeamento de novos critérios cabíveis às operações conduzidas por essas instituições. Em contrapartida, elas precisam se antecipar e identificar os fatores de riscos para preparar os dados que serão acrescentados aos sistemas, garantindo que as operações estejam em pleno funcionamento até julho de 2008.

LINK: http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48249

COMENTÁRIO: O tema Gestão de Riscos de Negócios vem ocupando cada vez mais espaço nas empresas. Trata-se de estabelecer procedimentos que permitam mapear os riscos pontenciais, qualificar os tipos de risco, quantificar o impacto dos riscos, monitorar o ambiente externo e interno, estabelecer medidas e prevenção e contingência e por fim, comunicar esta visão dentro de toda a empresa, estabelecendo uma cultura de análise de riscos de negócios. A ABNT lançou recentemente uma norma relacionada ao tema Gestão de Continuidade de Negócios(NBR 15999-1).

quarta-feira, 28 de maio de 2008

OGX apresenta termos de oferta primária de ações

FONTE: UOL ECONOMIA
DATA DA NOTÍCIA: 27/05/2008

A OGX Petróleo e Gás, empresa que faz parte da holding EBX do empresário Eike Batista, apresentou hoje os termos de uma oferta primária de ações que poderá atingir R$ 7,55 bilhões. Caso tal cifra seja atingida, a distribuição será a maior da história, superando os R$ 6,625 bilhões movimentados na oferta secundária da Bovespa Holding.
De acordo com o prospecto preliminar, serão ofertas inicialmente 4.945.382 ações ordinárias, com preço de emissão estimado entre R$ 833 e R$ 1.131 cada. Tomando por base o teto da estimativa, a empresa levantará R$ 5,59 bilhões. O montante pode bater os R$ 7,55 bilhões, caso sejam exercidos integralmente os lotes suplementar e adicional de 35%. A coordenação está a cargo do UBS Pactual, Credit Suisse e Itaú BBA. Também participam Citi, Santander, HSBC e Banco Votorantim.

LINK: http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2008/05/27/ult1913u89198.jhtm

quinta-feira, 22 de maio de 2008

As controvérsias de Eike Batista

FONTE: Espaço Aberto
DATA DA NOTÍCIA: 15/05/08

Um ativo representante da nova geração de empresários brasileiros ou apenas mais um dono de empresas com problemas ambientais? Eike Batista fala sobre política industrial e investimentos do grupo EBX. Entrevista com Miriam Leitão

LINK: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM828300-7823-AS+CONTROVERSIAS+DAS+EMPRESAS+DE+EIKE+BATISTA,00.html

COMENTÁRIO: A Miriam Leitão não aliviou. Eike em alguns momentos ficou em uma saia justa.