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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Valor das empresas na Bolsa alcança o PIB

FONTE: FOLHA ONLINE
DATA DA NOTÍCIA: 16/06/2008

O crescimento e a consolidação do mercado de capitais brasileiro nos últimos anos fizeram o valor das empresas listadas na Bovespa se equiparar pela primeira vez ao tamanho do PIB brasileiro -algo impensável no começo da década.
As cerca de 450 companhias listadas na Bolsa de Valores de São Paulo representam um valor de aproximadamente R$ 2,5 trilhões. O PIB (Produto Interno Bruto) do país fechou 2007 em R$ 2,55 trilhões.
Em maio, quando a Bovespa atingiu seu recorde histórico de pontuação, o valor das empresas superou os R$ 2,6 trilhões.
O que se via até 2005 era uma diferença muito grande no tamanho da Bolsa em comparação à economia brasileira. Em 1996, o valor de mercado das empresas cotadas na Bolsa representava aproximadamente 27% do PIB. Em 2000, essa proporção havia subido, mas se mantinha em níveis baixos, em torno de 37%.

LINK: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u412753.shtml

COMENTÁRIO: Este cenário é resultado de diversos fatores, tais como o significativo aumento de IPO´s nos últimos anos (quase 50 no ano passado) e a fusão da Bovespa e BM&F que deu origem à terceira maior bolsa do mundo e a segunda das Américas em valor de mercado. Além disto, é claro, os bons ventos da economia brasileira, a despeito dos temporais do mercado internacional, a redução do risco de investimento e a melhora do perfil das empresas, resultaram em um maior afluxo de capitais de investidores externos e domésticos. O movimento diário entre janeiro a março deste anos cresceu em quase 70% em relação ao mesmo período do ano passado. Com tudo isto o país ainda tem fôlego para crescer, ao contrário de algumas economias de países mais industrializados que estão em compasso de estagnação. A onda de otimismo que se instalou em relação a bolsa somente reforça os investimentos. Esperamos que este seja o início de um longo ciclo de prosperidade para o pais.
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quarta-feira, 28 de maio de 2008

OGX apresenta termos de oferta primária de ações

FONTE: UOL ECONOMIA
DATA DA NOTÍCIA: 27/05/2008

A OGX Petróleo e Gás, empresa que faz parte da holding EBX do empresário Eike Batista, apresentou hoje os termos de uma oferta primária de ações que poderá atingir R$ 7,55 bilhões. Caso tal cifra seja atingida, a distribuição será a maior da história, superando os R$ 6,625 bilhões movimentados na oferta secundária da Bovespa Holding.
De acordo com o prospecto preliminar, serão ofertas inicialmente 4.945.382 ações ordinárias, com preço de emissão estimado entre R$ 833 e R$ 1.131 cada. Tomando por base o teto da estimativa, a empresa levantará R$ 5,59 bilhões. O montante pode bater os R$ 7,55 bilhões, caso sejam exercidos integralmente os lotes suplementar e adicional de 35%. A coordenação está a cargo do UBS Pactual, Credit Suisse e Itaú BBA. Também participam Citi, Santander, HSBC e Banco Votorantim.

LINK: http://economia.uol.com.br/ultnot/valor/2008/05/27/ult1913u89198.jhtm

Agência canadense eleva Brasil a grau de investimento

FONTE: G1 - Globo.com
DATA DA NOTÍCIA: 28/05/2008

A agência de classificação de risco canadense DBRS elevou nesta quarta-feira (28) a nota de crédito da dívida soberana brasileira para a categoria de grau de investimento. O rating foi elevado de BB+ para BBB- e a perspectiva foi alterada de positiva para estável.
Com a elevação, a agência se junta à Standard&Poor's e às agências de rating japonesas JCR e R&I, que também já colocam a dívida pública brasileira dentro da categoria de país com baixo risco de inadimplência.

LINK: http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL581873-9356,00.html

COMENTÁRIO: A confirmação da classificação por outras agências com relação ao grau de investimento abre o caminho para investimentos por diversos fundos internacionais, que por regras internas somente podem investir em mercados de baixo risco. A expectativa é de entrada de capitais em volume bastante superior aos da época das grandes privatizações no governo FH, como aumento do volume de negócios no mercado de ações.
O efeito colateral é a queda do dólar e como consequência queda no volume das exportações. Isto afeta não só os exportadores mas também as indústrias que produzem para exportação. Para compensar a queda nas exportações, estas deverão se voltar para o mercado interno, aproveitando a aumento do consumo.
Já os importadores terão um panorama muito favorável. Dólar em baixa e consumo interno aquecido.