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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eficiência de CFOs em gestão de risco não chega a 50%, diz estudo

FONTE: DECISION REPORT
DATA DA NOTÍCIA: 19/06/2008

A importância dada à gestão de risco já não é lá grande coisa, ocupa o 9º lugar em uma lista com 10 itens. No entanto, é a eficiência dos CFOs (Chief Financial Officer) nesse quesito que gera preocupação, apenas 45% em um grau de importância 67% na agenda dos executivos. Os dados são do IBM Global Business Services - Estudo global de CFOs 2008, que entrevistou cerca de 1.200 CFOs e executivos financeiros de todo o mundo.

LINK:http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2642&sid=20

COMENTÁRIO: Se é verdade que os Gestores das empresas sofrem pressões de todos os lados e desta forma possuem dificuldade de priorização, por outro lado, a gestão de risco não é uma atividade isolada, mas sim deve permear toda a cultura da empresa. Cada projeto, cada processo deve ser analisado sob o ponto de vista de seus riscos potenciais e respectivas medidas de contenção. Todos as equipes devem conhecer as técnicas básicas de análise de risco como forma de prever as possíveis consequências e impactos de suas atividades. A análise de risco deve ser uma ferramente básica de planejamento e gestão no dia-a-dia.
Quem quiser mais informações sobre gestão de risco de negócios, pode encontrar no link abaixo um bom e simples exemplo de práticas de gestão de risco.
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sábado, 31 de maio de 2008

Basiléia II: vantagens competitivas com os novos parâmetros de gestão de risco

FONTE: FINANCIAL WEB
DATA DA NOTÍCIA: 27/05/2008

Mudanças serão profundas nas relações e no “modus operandi” do mercado financeiro
A publicação das novas regras do Acordo de Basiléia II pelo International Basel Committee on Banking Regulations and Supervisory Practices (Comitê de Basiléia), tem indicado um horizonte de mudanças e oportunidades na gestão de riscos, para o qual as instituições financeiras precisam se precaver. Para atender os anseios globais, o Banco Central deu início a um processo de adequação da legislação vigente, fazendo um mapeamento de novos critérios cabíveis às operações conduzidas por essas instituições. Em contrapartida, elas precisam se antecipar e identificar os fatores de riscos para preparar os dados que serão acrescentados aos sistemas, garantindo que as operações estejam em pleno funcionamento até julho de 2008.

LINK: http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=48249

COMENTÁRIO: O tema Gestão de Riscos de Negócios vem ocupando cada vez mais espaço nas empresas. Trata-se de estabelecer procedimentos que permitam mapear os riscos pontenciais, qualificar os tipos de risco, quantificar o impacto dos riscos, monitorar o ambiente externo e interno, estabelecer medidas e prevenção e contingência e por fim, comunicar esta visão dentro de toda a empresa, estabelecendo uma cultura de análise de riscos de negócios. A ABNT lançou recentemente uma norma relacionada ao tema Gestão de Continuidade de Negócios(NBR 15999-1).