terça-feira, 10 de junho de 2008

AIE pede investimentos globais de US$ 45 trilhões em energia renováveis até 2050

FONTE: CANAL ENERGIA
DATA DA NOTÍCIA: 09/06/2008

Atender a crescente demanda de energia sem agravar o aquecimento global é o principal desafio para o setor energético global. A Agência Internacional de Energia divulgou que a mudança para uma fonte de energia limpa e renovável custará ao planeta US$ 45 trilhões de 2010 a 2050. "Uma revolução tecnológica para energia é necessária para nos colocar em um caminho mais sustentável", afirma a AIE no relatório Energy Technology Perspectives 2008: Scenario & Strategies to 2050. O principal cenário é o Blue, que trabalha sobre a perspectiva de reduzir as emissões em 2050 pela metade em relação aos níveis atuais.Cenário desenhado pela AIE mostra que a geração de energia renovável subiria dos atuais 18% para 46% em 2050.

LINK: http://www.canalenergia.com.br/zpublisher/materias/Newsletter.asp?id=65389

COMENTÁRIO: Apenas para termo de comparação, o valor do investimento necessário equivale à cerca de 28,6 vezes o PIB Brasileiro de 2007. Para se ter uma ideia do que isto representa, considere que o investimento global em energias renováveis em 2007 foi da ordem de US$ 71 bilhões. Ou seja, estamos falando em 634 vezes o valor investido em 2007. Isto representa um investimento da ordem de 1,1% do PIB mundial de forma constante nos próximos 40 anos.
O mundo está diante de um dos seus maiores desafios vividos até hoje, que é o de mudar a matriz energética estabelecida desde a idade moderna com a Revolução Industrial, baseada em combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo e gás). Trata-se de mudar em 40 anos, uma matriz energética e toda uma economia baseada nesta matriz, estabelecida nos últimos 200 anos. Hoje a participação das energias renováveis no mundo não passa de 6,2% e deveria chegar a cerca de 48% em 2050 se quisermos conter o aquecimento global por emissões de CO2.
Não se trata apenas de migrar para fontes de energias mais limpas em face do problema do aquecimento global devido às emissões de CO2, mas também fazer frente ao problema escassez do petróleo, cujas reservas são limitadas e já ameaçam concretamente o crescimento da economia mundial. O cenário e tão mais desafiador se consideramos que além da mudança da matriz energética as projeções indicam que o consumo mundial de energia deverá dobrar até 2050. Sem dúvida um desafio sem precedentes, mas também um ambiente de muitas oportunidades.
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Multiner fecha encomenta de 92 turbinas eólicas

FONTE: O GLOBO
DATA DA NOTÍCIA: 07/06/2008

A carioca MULTINER fechou encomenda de 92 turbinas eólicas com a dinamarquesa Vestas. Os equipamentos vão para as usinas ALEGRIA I e II que terá produção anual de 492 GW/h, no Rio Grande do Norte. O contrato prevê a prestação de serviços por cinco anos. A eólica Gravatá (PE) também está na carteira da MULTINER, cujo projeto é ser um geradora diversificada de energia.

sábado, 7 de junho de 2008

Prontas para decolar? Empresas de TI do Brasil rumo à internacionalização

FONTE: PORTAL EXAME ABRIL
DATA DA NOTÍCIA: 29/05/2008

As empresas brasileiras de TI finalmente têm capital e incentivos para concorrer com as indianas — mas será que ainda dá tempo de ter relevância global?
O namoro entre a Mitsubishi e a Politec, empresa de serviços tecnológicos sediada em Brasília, durou mais de um ano. No final de abril, foi anunciado o casamento: a Politec foi escolhida para receber um dote de 100 milhões de dólares. Em troca, o braço de investimentos do conglomerado japonês vai ficar com 25% do capital da companhia — e dará início a um agressivo processo de internacionalização da Politec. Além de se tornar fornecedora prioritária de serviços tecnológicos para 500 empresas do grupo japonês em 80 países, a Politec também vai abrir uma filial no país natal de seu novo sócio.
Com quase uma década de atraso, a promessa de que o Brasil se transforme em uma base mundial de prestação de serviços de tecnologia parece finalmente estar se aproximando da realidade. Empresas brasileiras receberam investimentos que totalizam cerca de meio bilhão de dólares entre junho do ano passado e maio deste ano.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0919/tecnologia/m0160511.html

COMENTÁRIO: Depois de terem realizado o seu dever de casa, com a implantação de metodologias de desenvolvimento e de gestão de projetos, as empresas de TI conseguiram aumentar suas receitas e melhorar sua rentabilidade. As melhorias de gestão e no caixa, passaram a atrair investidores. O grande entrave para competição internacional neste segmento, cujo principal componente de custo é a mão de obra, ainda são os elevados encargos trabalhistas.
Por outro lado, gigantes mundiais do setor como a Tata (TCS), estão encontrando mais dificuldades em sua entrada no Brasil do que o previsto.
Veja também a noticia "Gestão de Projetos cresce e se profissionaliza", publicada no dia 31/05
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Minc quer Exército e PF defendendo a floresta

FONTE: JB ONLINE
DATA DA NOTÍCIA: 07/06/2008

O governo pedirá ajuda ao Exército e à Policia Rodoviária Federal para combater o desmatamento na Amazônia. O anúncio foi feito, ontem, pelo ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, depois de reunião com o diretor da Polícia Federal, Luis Fernando Corrêa. Segundo anunciou, a PF e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) não têm condições logísticas suficientes. Se os dois órgãos tiverem que deslocar seus homens, "a linha de frente ficaria desguarnecida", disse Minc.

LINK: http://jbonline.terra.com.br/sitehtml/papel/pais/papel/2008/06/07/pais20080607008.html

COMENTÁRIO: Finalmente uma boa notícia com relação ao meio ambiente. Já não era sem tempo. Entretanto ainda esta em fase de proposta. Vamos ver se será operacionalizada. Os problemas ambientais da atualidade, seja no Brasil ou no resto do mundo, baseiam-se em cinco principais fatores: miséria, ignorância, ganância, impunidade e corrupção.
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Hypermarcas compra Farmasa por R$ 873 milhões

FONTE: PORTAL FATOR BRASIL
DATA DA NOTÍCIA: 06/06/2008

A GP e a família Samaja foram assessorados pelo advogado Aloysio Miranda, do Ulhôa Canto, Rezende e Guerra Advogados, na venda por R$ 873 milhões do laboratórico farmacêutico Farmarsa para a Hypermarcas. A operação foi concluída em tempo recorde: apenas quatro dias. O negócio também envolveu a troca de participações. Agora, os antigos proprietários do laboratório passam a ter, cada um, 10% da Hipermarcas, dona das marcas Assolan, Gelol, ZeroCal e Merthiolate.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Food summit draws up plan to "eliminate hunger"

FONTE: REUTERS - INTERNACIONAL
DATA DA NOTÍCIA: 03/06/2008

ROME - A U.N. global food crisis summit will draw up an emergency plan on Wednesday to mobilize aid, reduce trade barriers and invest in farming in poor countries to stop the spread of hunger threatening nearly one billion people.
"We commit to eliminating hunger and to securing food for all, today and tomorrow," read a draft declaration from the three-day Rome summit, whose opening session on Tuesday was attended by leaders of about 44 nations.
The United Nations' Food and Agriculture Organization called the emergency meeting amid soaring commodity prices that threaten to add as many as 100 million more people to the 850 million already going hungry and destabilize governments.

LINK:http://www.reuters.com/article/email/idUSL2923668720080603?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0

COMENTÁRIO: Uma briga que está apenas começando. Em jogo, muito mais interesses políticos do que humanitários. Cinco são as correntes básicas desta discussão.
1- A utilização de produtos agrícolas para produção de biocombustível está gerando escassez de alimento e portanto o aumento dos preço internacionais.
2- Os altos subsídios agrícolas dos países desenvolvidos geram uma competição desleal e desestimulam os agricultores de países em desenvolvimento a cultivar estes produtos agrícolas o que está gerando uma redução na oferta e conseqüente alta dos preços.
3- Existem mais pessoas tendo acesso à comida nos países em desenvolvimento e o aumento do consumo está provocando a alta de preços.
4- As barreiras comerciais (impostos e barreiras técnicas) encarecem os preços dos produtos e dificultam um maior fluxo de mercadorias mundial.
5- A alta no preço do petróleo encareceu os transportes nacionais e internacionais, contribuindo para o aumento do preço dos alimentos.
Como se não bastasse, no meio desta situação, alguns países estão estabelecendo barreiras à exportação como forma de proteger seus estoques domésticos. Enquanto um tenta empurrar a culpa para o outro, os preços de algumas commodities duplicaram ao longo dos dois últimos anos e quase 1 bilhão de pessoas passa fome no mundo.
Poucos ganham muito dinheiro, e muitos perdem a vida.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Cresce a devastação na Amazonia

FONTE: GLOBO.COM
DATA DA NOTÍCIA: 02/06/2008

Avança e destruição da Amazônia. Em abril foram 1.123 km2 de florestas devastadas contra 145 km2 em março. Um impressonante aumento de 774%. Área devastada em abril equivale a da cidade do Rio de Janeiro. O Estado do Mato Grosso foi responsável por 70%.


LINK: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM835791-7823-CRESCE+A+DEVASTACAO+NA+AMAZONIA,00.html

COMENTÁRIO: 774% DE AUMENTO!!! UMA VERGONHA! SEM COMENTÁRIOS. SÓ PRENDENDO.

Segue o link para você enviar uma mensagem de repúdio ao Presidente Lula da Silva. Eu já mandei a minha.

https://sistema.planalto.gov.br/falepr/exec/index.cfm?acao=email.formulario&CFID=4872727&CFTOKEN=41623116

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Grau de endividamento cai e estimula fusões e aquisições

FONTE: GAZETA MERCANTIL
DATA DA NOTÍCIA: 03/06/2008

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. O grau de investimento concedido ao País por duas agências, a Standard & Poor’s e a Fitch Ratings, também estimula a compra de participação em empresas, principalmente atraindo estrangeiros para o mercado local. Desde 2005, segundo dados da consultoria Economatica, o grau de endividamento das companhias de capital aberto vem caindo sistematicamente.

LINK: http://www.gazetamercantil.com.br/integraNoticia.aspx?Param=96%2C0%2C1861529%2CUIOU
COMENTÁRIO: Interessante no artigo é o fato de que este aponta que no primeiro trimestre, das 159 fusões analisadas, 119 foram puxadas por empresas brasileiras (75% do total). Ou seja, ainda não estamos sob o efeito da entrada de capital externo por conta da redução do risco de investimento.