quarta-feira, 25 de junho de 2008

Inovação só existe quando se cria valor

FONTE: ÉPOCA
DATA DA NOTÍCIA: 25/06/2008

Para o professor de Gestão de Inovação na Universidade de Brighton, o Brasil deve aperfeiçoar as práticas de gestão da inovação para continuar crescendo. Howard Rush, 45 anos, é um acadêmico com pé no mercado. Ele se preocupa em estabelecer um fluxo de idéias constante entre as salas de aula e a indústria. Segundo Rush, é assim que a academia cumpre seu papel de forma mais plena. “A inovação só existe de fato quando se cria algum valor a partir da aplicação prática de uma idéia”, diz. O professor estará no Brasil no dia 25 de junho para uma palestra organizada pelo British Council sobre as boas práticas da Gestão da Inovação.

LINK:http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI6721-15246,00-INOVACAO+SO+EXISTE+QUANDO+SE+CRIA+VALOR.html

COMENTÁRIO: O tema inovação é extremamente atual em uma sociedade movida a informação e intimamente associado a competitividade das empresas e do país. A inovação permite também produzir produtos com maior conteúdo tecnológico e valor agregado.

Em pesquisa citada em artigo de autoria de Clemente Nóbrega publicado pela Epoca Negócios (outubro 2007) o Brasil ficou em 40º lugar no ranking de índice global do Insead para medir a capacidade de criar um ambiente estimulande a inovação. O artigo Clemente Nobrega é muito interessante discute também as condições necessárias a inovação. Veja em http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79418-8374-8,00.html

Uma forma de se medir o grau de inovação de um país pode também ser pela quantidade de patentes requeridas. Neste quesito o Brasil também não apresenta um desempenho muito destacado, conforme pode ser visto na tabela abaixo.

De acordo com estes dados podemos verificar que o número de pedidos de patentes por residentes no Brasil não é expressivo dentro de um cenário global. Se compararmos este número com a população do país, fica evidente que a produção de patentes do Brasil é pífia em relação aos demais países.
Se agora compararmos os dados de pedidos de patente por milhão de habitantes com a renda per capta, veremos que existe um forte correlação entre estes dois números, indicando que uma maior quantidade de patentes está associada a renda per capta mais elevada.


No ramo de Nanotecnologia por exemplo, segundo Marcelo Tredinnick, examinador de patentes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) (citado em http://inovativa.blogspot.com/), no Japão, por meio da Japan Patent Office (JPO), já foram concedidas até hoje 589 patentes em nanotecnologia, para mais de 1,8 mil depósitos. Na Europa, foram concedidas 350 pela European Patent Office (EPO) e, nos Estados Unidos, 286 pelo United States Patent and Trademark Office (USPTO). No Brasil, o INPI concedeu, até o momento, apenas 13 patentes.

Temos entretanto também alguns bons exemplos, quando existe investimento, como o citado pelo estudo "Mapeamento Tecnológico do Biodiesel e Tecnologias Correlatas sob o enfoque dos pedidos de patentes”, da pesquisadora Cristina d’Urso de Souza Mendes, do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Segundo o estudo, os pedidos brasileiros de patentes relacionados ao biodiesel cresceram dez vezes, passando de dois para 20, entre 2003 e 2006. No mesmo período, o total de depósitos no mundo subiu menos de cinco vezes, saindo de 90 para 427 no mesmo período. O resultado desta evolução é que, no ranking internacional, o Brasil passou da 13ª posição em 2003 para o 5º lugar, em 2006, atrás apenas dos quatro países citados acima.
A pesquisa acima mostra uma clara relação entre investimentos e inovação. Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no pais são da ordem de 0,4% do PIB. Um volume baixo se comparado a países como a Corea, onde os investimento em inovação chegam a 3% do PIB.

Em resumo, inovação é resultante de educação e investimento. Inovação gera desenvolvimento econômico. Inovação é criatividade aplicada e tornada útil.
Veja também o site do Centre for Research in Innovation Management no link abaixo:
http://centrim.mis.brighton.ac.uk/
Veja també o artigo publicado por Daniel Roedel em Considerações sobre o Brasil e a Sociedade do Conhecimento
Victor Rizzo - Blog Nossos Negocios

terça-feira, 24 de junho de 2008

Petrobras: refinarias no NE terão unidades de biomassa

FONTE: ESTADÃO
DATA DA NOTÍCIA: 23/06/2008

O gerente de desenvolvimento de negócios internacionais de biocombustíveis da Petrobras, Fernando Cunha, revelou que a estatal estuda instalar nas suas próximas refinarias Premium no Nordeste unidades integradas de biomassa. No início do mês, a companhia informou que a primeira a entrar em operação, a do Ceará, irá custar cerca de US$ 11 bilhões. "A refinaria Premium da Petrobras já pensa nessa questão, de refinar petróleo já com a biomassa, são as biorefinarias", disse.
Em palestra hoje na Câmara de Comércio Brasil-França, o executivo informou que a Petrobras tem feito contato com empresas da Espanha e França para uma eventual instalação de uma unidade de biocombustíveis na região tendo como matéria-prima produtos brasileiros.

LINK: http://www.anba.com.br/noticia_petroleoegas.kmf?cod=7390142

COMENTÁRIO: A palestra foi bastante elucidativa, traçando um panorama do consumo mundial de energia, a matriz energética brasileira, os caminhos adotados pela Petrobras com relação ao desenvolvimento de Biocombustíveis (Etanol e Biodiesel) e o futuro próximo das tecnologias para produção de energia a partir de biomassa. O Blog espera em breve poder indexar também esta apresentação.
Veja também do Fernando Cunha, a reportagem sobre alternativas para combustíveis de termelétricas no link abaixo.
Parabéns Fernando Cunha.
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Desertificação ameaça 30% a 40% de terras férteis, diz ONU

FONTE: ONU - BRASIL
DATA DA NOTÍCIA: 17/06/2008

Segundo a ONU, a desertificação ameaça entre 30% a 40% de terras férteis em todo o mundo. De acordo com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola, Fida, a agricultura sustentável é a chave para combater o avanço dos desertos. O objetivo da data é chamar a atenção para a importância da gestão das terras como forma de apoiar a agricultura.

LINK: http://www.un.org/av/radio/portuguese/detail/6420.html

COMENTÁRIO: A desertificação de terras férteis é um problema grave que ocorre em todo o mundo. No Brasil temos o exemplo de extensas áreas do Rio Grande do Sul que encontram-se em diversos níveis de desertificação. Não foi por falta de aviso que dos ambientalistas que, desde a década de 80, já previam que com o modelo agrícola vigente nas terras férteis do Rio Grande do Sul corriam risco de ocasionar desertificação. Hoje o risco se tornou realidade. O Nordeste vai pelo mesmo caminho bem como algumas áreas do Cerrado.
A desertificação gera redução de renda, êxodo rural, redução da oferta de alimentos, sem falar em graves problemas ambientais com conseqüência diretas sobre o regime hídrico gerando secas prolongadas. Inicia-se um ciclo vicioso que exige elevados investimentos para sua reversão.
As causas são bastante conhecidas. Agricultura convencional sem cuidados com a conservação do solo deixando o solo exposto a intempéries, erosão, desmatamento, monocultura, excesso de cultivo, compactação do solo por máquinas agrícolas, falta de reposição de matéria orgânica no solo.
As boas práticas no manejo do solo e uma agricultura mais preocupada com a conservação da fertilidade do solo do que com elevadas produção a custa de insumos químicos, já mostraram resultados em diversas partes do mundo e no Brasil. Não faltam tecnologias adaptadas para a conservação do solo e a prática de uma agricultura sustentável.
O tema é ainda mais importante no momento em que o mundo passa por uma crise de abastecimento de alimentos mundial. O Brasil deveria ter uma especial atenção ao tema em face de sua posição privilegiada com relação à produção de alimentos.
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Petrobras está otimista com produção de biodiesel com a Galp Portuguesa

FONTE: Agência de Noticias Brasil-Arabe / Agência Lusa
DATA DA NOTÍCIA: 18/06/2008

'Estamos muito otimistas principalmente com a possibilidade de abertura do mercado de distribuição de biodiesel na Europa', disse o gerente de biocombustíveis da estatal brasileira, Fernando Cunha.
A Petrobras está "otimista" com o acordo para produção de biodiesel em parceria com a Galp, que dever começar até ao fim deste ano, disse à Agência Lusa fonte da estatal brasileira. Fernando José Cunha, gerente de biocombustíveis da Petrobras, afirmou que o estudo de viabilidade técnica está sendo finalizado pelas equipes das duas companhias."Estamos muito otimistas com essa parceria, principalmente com a possibilidade de abertura do mercado de distribuição de biodiesel para a Petrobras na Europa a partir da Galp", afirmou.

LINK: http://www.anba.com.br/noticia_agroenergia.kmf?cod=7375625&indice=30
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sábado, 21 de junho de 2008

Why Saudi Arabia's King Wants to Dampen Oil Prices

FONTE: DER SPIEGEL
DATA DA NOTÍCIA: 06/17/2008

Consumers aren't the only ones being hit by high oil prices. Now that the oil shock has reached producing countries, Saudi Arabia has called a crisis summit this weekend in an effort to find concerted solutions that could push barrel prices down.Others would be overjoyed to be earning a $1 billion a day, and to have good reason to expect that number to climb to $2 billion a day next year.
But Abdullah bin Abdulaziz al-Saud seems less than thrilled these days, and the newly tense atmosphere at the Saudi Petroleum and Natural Resources Ministry in Riyadh is a reflection of his mood. Early last week, the Saudi king decided that enough had been said about the oil price, and that it was time for action. He invited the world's petroleum elite to attend a meeting at his summer residence on the Red Sea, and this time he wants everyone on the list to attend: the heads of state and relevant cabinet ministers of oil-producing countries and the biggest oil consumers, the heads of ExxonMobil, Shell and Gazprom, and bankers from Merrill Lynch, Citigroup and Lehman Brothers. The meeting, to be held at the Royal Palace on the Corniche in Jiddah, Saudi Arabia, is scheduled for June 22.

LINK: http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,560215,00.html

COMENTÁRIO: A rápida elevação dos preços do petróleo pode ser um dos principais fatores relacionados a uma possível recessão em escala global. Dentro deste cenário restritivo, as economias nacionais tendem a não realizar todo o seu potencial de crescimento, com impacto direto na lucratividade das empresas.

Além disto, a extrema elevação e volatilidade observadas recentemente nestes preços tendem a aumentar a instabilidade política e reforçar ações especulativas, devido ao aumento da incerteza verificada no mercado, o que por sua vez, não contribui para a manutenção do crescimento que a economia mundial vem experimentando nos últimos anos.

Assim, a reunião convocada por Abdulaziz al-Saud parece ser uma tentativa de alinhar as expectativas a respeito do assunto e diminuir a volatilidade atual do mercado na busca de um relativo eqüilíbrio entre oferta e demanda que possa ajudar na maximização dos lucros a médio e longo prazos.
Resumindo: recessão, inflação, instabilidade política e potenciais conflitos são desfavoráveis para os negócios de todas as empresas e o Rei Abdulaziz resolveu chamar os princiais players mundias para esfriar um pouco a especulação e trazer o mercado a patamares razoáveis.
Em tempo; quem também vai estar presente é o Presidente da Petrobrás.
Colaborou -André Lauria
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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eficiência de CFOs em gestão de risco não chega a 50%, diz estudo

FONTE: DECISION REPORT
DATA DA NOTÍCIA: 19/06/2008

A importância dada à gestão de risco já não é lá grande coisa, ocupa o 9º lugar em uma lista com 10 itens. No entanto, é a eficiência dos CFOs (Chief Financial Officer) nesse quesito que gera preocupação, apenas 45% em um grau de importância 67% na agenda dos executivos. Os dados são do IBM Global Business Services - Estudo global de CFOs 2008, que entrevistou cerca de 1.200 CFOs e executivos financeiros de todo o mundo.

LINK:http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=2642&sid=20

COMENTÁRIO: Se é verdade que os Gestores das empresas sofrem pressões de todos os lados e desta forma possuem dificuldade de priorização, por outro lado, a gestão de risco não é uma atividade isolada, mas sim deve permear toda a cultura da empresa. Cada projeto, cada processo deve ser analisado sob o ponto de vista de seus riscos potenciais e respectivas medidas de contenção. Todos as equipes devem conhecer as técnicas básicas de análise de risco como forma de prever as possíveis consequências e impactos de suas atividades. A análise de risco deve ser uma ferramente básica de planejamento e gestão no dia-a-dia.
Quem quiser mais informações sobre gestão de risco de negócios, pode encontrar no link abaixo um bom e simples exemplo de práticas de gestão de risco.
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quinta-feira, 19 de junho de 2008

Brasil aparece em 80º lugar em ranking de abertura ao comércio exterior

FONTE: PORTAL EXAME
DATA DA NOTÍCIA: 18/06/2008

Um dos mais fortes defensores do fim das barreiras aos produtos de países subdesenvolvidos, o Brasil aparece como destaque negativo em termos de abertura ao comércio exterior, segundo pesquisa do Fórum Econômico Mundial, divulgada nesta quarta-feira (18/06).
Entre os 118 países avaliados pela instituição, organizadora do Fórum de Davos, o Brasil aparece em 80º lugar, numa lista de quatro critérios relacionados a “fatores, políticas e serviços que facilitam o livre trânsito de bens pelas fronteiras e até o destino dos produtos”, como define o próprio Fórum.
De acordo com os autores do relatório, os fatores que mais prejudicam o Brasil no ranking são o ambiente de negócios pouco propício, quesito no qual o país foi listado em 96º lugar, e a facilidade oferecida para acesso ao mercado interno, item em que o país ocupa a 92ª posição.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/economia/m0162221.html

COMENTÁRIO: O país continua a viver no seu mundo autista, sem perceber as enormes oportunidades comerciais que estamos perdendo. Com relação aos entraves a importação, considere que:
1- O Brasil tem uma enorme carga tributária a importação (cerca de 3 a 8 vezes maior que outros países), com incidência de impostos em cascata. A legislação tributária é esdrúxula e leonina.
2- Nossos portos, que são responsáveis por cerca de 95% do comércio exterior, possuem ainda elevados custos de operação e já estão operando nos seus limites de capacidade.
3- O transporte rodoviário interno se depara com estradas precárias e elevado risco de roubo de cargas e caminhões.
4- A burocracia para habilitação de uma empresa para o comércio exterior é enorme e as empresas se deparam com todo tipo de despreparo e má vontade por parte dos órgãos responsáveis por estes trâmites.
5- O estado possui ainda uma mentalidade retrograda mais voltada para punir os empreendedores do que fomentar o comércio.
Isto sem falar na greve de 52 dias dos fiscais da Receita Federal, que segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola gerou perdas estimadas em 170 milhões para as industrias do setor. Imagine o volume total do prejuízo para toda a economia!!!
Tá certo, quem produz tem que ser penalizado!!! Competitividade, para que ??? O que é isto ???
Como disse o nosso presidente - país não tem pressa : (((
Em tempo, no ranking da pesquisa o Brasil ficou abaixo de Uganda !!!
Veja também a notícia sobre o mesmo tema publicada no Globo http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL635244-9356,00.html
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quarta-feira, 18 de junho de 2008

BP publica Anuário Estatístico sobre Energia Mundial

FONTE: VICTOR RIZZO
DATA DA NOTÍCIA: 18/06/2008

A empresa de petróleo e gás BP publicou seu anuário estatístico sobre o mercado mundial e energia de 2008. Os temas abordados são, reservas, produção, preços e comércio internacional de Petróleo, Gás, Carvão, Energia Nuclear e Hidroelétrica. Trata-se de um documento que vem sendo publicado anualmente desde 1957, oferecendo informação de alto nível sobre o panorama energético mundial.

LINK: http://www.bp.com/liveassets/bp_internet/globalbp/globalbp_uk_english/reports_and_publications/statistical_energy_review_2008/STAGING/local_assets/downloads/pdf/statistical_review_of_world_energy_full_review_2008.pdf

COMENTÁRIO: Trata-se de uma preciosa fonte de dados estatísticos e uma detalhada análise sobre o tema energia, petróleo, gás e outras fontes energéticas, indispensável para que pretende se manter atualizado em relação a temática energia. O consumo de energia no mundo vem crescendo (2,4%) de forma constante por cinco anos consecutivos acima da média histórica, puxado principalmente pelo aumento de consumo na China (7,7%) e na Índia (6,8%). A China contribui com 52% do aumento total no consumo de energia mundial. O consumo da União Européia por sua vez baixou em 2,2%, sendo a maior redução obtida pela Alemanha.
Os países membros da Opep detêm 75,5% das reservas de petróleo comprovadas do mundo, o que os dá um enorme poder de barganha no cenário mundial. Apesar disto sua produção representou apenas 43% da produção mundial em 2007. Do total das reservas mundiais de 61% estão concentradas nos países do Oriente Médio.
Já os Estados Unidos, respondem por 2,4% das reservas comprovadas, 8,0% da produção e 23,9% do consumo mundial. Tamanha desproporção entre reservas e consumo geram uma enorme pressão econômica e política e deixa claro os motivos dos Estados Unidos em invadir o Iraque que possui 9,3% das reservas. Só o população americana que não enxerga isto. A diferença entre consumo per capta dos americanos para o resto do mundo também salta aos olhos.
Na página 16 do relatório, um gráfico muito interessante apresenta a evolução do custo do barril entre 1861 e 2007. Na página 21, um mapa muito interessante apresenta o fluxo de exportação e importação de petróleo nos diversos países do mundo. As mesmas análises são apresentadas também para as demais fontes de energia.
Os números não são exatamente uma novidade, pois esta evolução já era conhecida.
A má noticia. Os estudos da BP indicam que as reservas de petróleo mundias tem prazo para acabar: 41 anos. O que acontece depois disto? Veja os artigos sobre Energia - Renováveis no Blog.
Como o relatório é de 2007 ainda não apresenta as últimas descobertas de reservas de petróleo feitas no Brasil. Sobre o aumento das reservas brasileiras de petróleo veja também o artigo publicado no dia 22/05 Petrobras descobre mais indícios de petróleo na bacia de Santos
Em tempo, para quem não sabe a BP era a antiga British Petroleum, que agora passou a adotar o simpático nome de Beyond Petrol, como a logomarca que faz lembrar um sol ou uma flor. Sugestivo não? Eles devem saber o que estão fazendo... : )
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