sábado, 7 de junho de 2008

Hypermarcas compra Farmasa por R$ 873 milhões

FONTE: PORTAL FATOR BRASIL
DATA DA NOTÍCIA: 06/06/2008

A GP e a família Samaja foram assessorados pelo advogado Aloysio Miranda, do Ulhôa Canto, Rezende e Guerra Advogados, na venda por R$ 873 milhões do laboratórico farmacêutico Farmarsa para a Hypermarcas. A operação foi concluída em tempo recorde: apenas quatro dias. O negócio também envolveu a troca de participações. Agora, os antigos proprietários do laboratório passam a ter, cada um, 10% da Hipermarcas, dona das marcas Assolan, Gelol, ZeroCal e Merthiolate.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Food summit draws up plan to "eliminate hunger"

FONTE: REUTERS - INTERNACIONAL
DATA DA NOTÍCIA: 03/06/2008

ROME - A U.N. global food crisis summit will draw up an emergency plan on Wednesday to mobilize aid, reduce trade barriers and invest in farming in poor countries to stop the spread of hunger threatening nearly one billion people.
"We commit to eliminating hunger and to securing food for all, today and tomorrow," read a draft declaration from the three-day Rome summit, whose opening session on Tuesday was attended by leaders of about 44 nations.
The United Nations' Food and Agriculture Organization called the emergency meeting amid soaring commodity prices that threaten to add as many as 100 million more people to the 850 million already going hungry and destabilize governments.

LINK:http://www.reuters.com/article/email/idUSL2923668720080603?pageNumber=1&virtualBrandChannel=0

COMENTÁRIO: Uma briga que está apenas começando. Em jogo, muito mais interesses políticos do que humanitários. Cinco são as correntes básicas desta discussão.
1- A utilização de produtos agrícolas para produção de biocombustível está gerando escassez de alimento e portanto o aumento dos preço internacionais.
2- Os altos subsídios agrícolas dos países desenvolvidos geram uma competição desleal e desestimulam os agricultores de países em desenvolvimento a cultivar estes produtos agrícolas o que está gerando uma redução na oferta e conseqüente alta dos preços.
3- Existem mais pessoas tendo acesso à comida nos países em desenvolvimento e o aumento do consumo está provocando a alta de preços.
4- As barreiras comerciais (impostos e barreiras técnicas) encarecem os preços dos produtos e dificultam um maior fluxo de mercadorias mundial.
5- A alta no preço do petróleo encareceu os transportes nacionais e internacionais, contribuindo para o aumento do preço dos alimentos.
Como se não bastasse, no meio desta situação, alguns países estão estabelecendo barreiras à exportação como forma de proteger seus estoques domésticos. Enquanto um tenta empurrar a culpa para o outro, os preços de algumas commodities duplicaram ao longo dos dois últimos anos e quase 1 bilhão de pessoas passa fome no mundo.
Poucos ganham muito dinheiro, e muitos perdem a vida.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Cresce a devastação na Amazonia

FONTE: GLOBO.COM
DATA DA NOTÍCIA: 02/06/2008

Avança e destruição da Amazônia. Em abril foram 1.123 km2 de florestas devastadas contra 145 km2 em março. Um impressonante aumento de 774%. Área devastada em abril equivale a da cidade do Rio de Janeiro. O Estado do Mato Grosso foi responsável por 70%.


LINK: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM835791-7823-CRESCE+A+DEVASTACAO+NA+AMAZONIA,00.html

COMENTÁRIO: 774% DE AUMENTO!!! UMA VERGONHA! SEM COMENTÁRIOS. SÓ PRENDENDO.

Segue o link para você enviar uma mensagem de repúdio ao Presidente Lula da Silva. Eu já mandei a minha.

https://sistema.planalto.gov.br/falepr/exec/index.cfm?acao=email.formulario&CFID=4872727&CFTOKEN=41623116

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Grau de endividamento cai e estimula fusões e aquisições

FONTE: GAZETA MERCANTIL
DATA DA NOTÍCIA: 03/06/2008

Empresas menos endividadas, em um ambiente de crescimento econômico, devem sustentar uma nova onda de fusões e aquisições (F&A) no Brasil. O grau de investimento concedido ao País por duas agências, a Standard & Poor’s e a Fitch Ratings, também estimula a compra de participação em empresas, principalmente atraindo estrangeiros para o mercado local. Desde 2005, segundo dados da consultoria Economatica, o grau de endividamento das companhias de capital aberto vem caindo sistematicamente.

LINK: http://www.gazetamercantil.com.br/integraNoticia.aspx?Param=96%2C0%2C1861529%2CUIOU
COMENTÁRIO: Interessante no artigo é o fato de que este aponta que no primeiro trimestre, das 159 fusões analisadas, 119 foram puxadas por empresas brasileiras (75% do total). Ou seja, ainda não estamos sob o efeito da entrada de capital externo por conta da redução do risco de investimento.

Estaleiro Mac Laren se recupera sob o comando de Gisela Mac Laren

FONTE: PORTAL EXAME
DATA DA NOTÍCIA: 29/05/2008

Mulheres em postos de comando ainda são exceção no ambiente empresarial brasileiro. Elas avançam, mas em ritmo lento — ou pelo menos mais lento do que gostariam. Em indústrias pesadas, como a naval, esse fosso se aprofunda. É por isso que a presença de Gisela Mac Laren continua a causar estranheza. Aos 40 anos de idade, a bela Gisela é hoje responsável por trazer de volta à tona um negócio criado há sete décadas por seu avô. Seu estaleiro, o Mac Laren Oil, está hoje entre os cotados para atender a parte da encomenda de 40 navios-sonda e plataformas semi-submersíveis que a Petrobras pretende construir para a exploração dos campos da camada pré-sal, a maior promessa de novas reservas de petróleo no mundo.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0919/negocios/m0160387.html

COMENTÁRIO: O artigo aborda a recuperação do setor naval brasileiro, em especial do Estaleiro Mac Laren Oil, tendo a frente a competência e beleza da neta do fundador. É claro que os bons ventos da economia e em especial da industria do petróleo também estão ajudando. Os estaleiros estão abarrotados de trabalho. Entre 2003 e 2007 o valor dos contratos assinados saltou de US$ 298,3 milhões para US$ 4,3 bilhões e o número de empregos de 7.500 para 40.000. Impresionante recuperação para um setor que já esteve moribundo.

Retaliação aos EUA depende de Doha, diz secretário

FONTE: AGÊNCIA ESTADO / PORTAL EXAME
DATA DA NOTÍCIA: 02/06/2008

O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Welber Barral, admitiu hoje que o Brasil pode abrir mão de retaliar os Estados Unidos pela vitória na Organização Mundial de Comércio (OMC) contra os subsídios ao algodão caso o governo americano se comprometa a reduzir os subsídios agrícolas nas negociações da Rodada Doha. A OMC deu hoje ganho de causa ao Brasil no processo contra os subsídios americanos ao algodão, que considerou ilegais.

LINK: http://portalexame.abril.com.br/ae/economia/m0160998.html

COMENTÁRIO: Está começando a ficar bom : )). Vamos ver se a política externa condescendente do governo não deixa passar uma oportunidade como esta.

Congresso Nacional precisa consolidar leis de energia

FONTE: ABIAPE
DATA DA NOTÍCIA: maio 2008

Há um silencioso trabalho, do tamanho de uma Itaipu, sendo realizado no Congresso Nacional. A Câmara dos Deputados, sob o argumento de conferir segurança jurídica e regulatória as normas brasileiras referentes ao setor elétrico, aceitou o desafio de consolidar mais de 40 leis expedidas em quatro modelos econômicos distintos e em seis constituições federais diferentes.

LINK: http://www.abiape.com.br/news_200805e01.asp#2

COMENTÁRIO: A notícia em si não traz muitos detalhes, mas o fato é importante. Maior clareza das regras, maior segurança jurídica, maiores níveis de investimento.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Novas regras para créditos de carbono

FONTE: ZONA ELÉTRICA - CANAL JURÍDICO
DATA DA NOTÍCIA: 02/06/2008

No último dia 14 de maio foi aprovado, pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável , o Projeto de Lei 2027/07, que regulamenta a comercialização de créditos de carbono e de certificados de redução de emissões , obtidos dos programas governamentais de incentivo a fontes alternativas. O Projeto de Lei incentiva a diversificação da matriz energética com a ampliação de fontes renováveis, reduzindo os riscos e os impactos ambientais de empreendimentos como os hidrelétricos.
Entre as fontes alternativas consideradas encontram-se a energia solar, a eólica, a térmica, a das marés e a das pequenas centrais hidrelétricas (PCH). O texto revoga a regra interna adotada pela Eletrobrás, em 2004, na qual a empresa podia usufruir os direitos e benefícios financeiros derivados dos Mecanismos de Desenvolvimento Limpo, e autoriza o órgão ou agente financiador dos projetos a receber e comercializar os créditos de carbono. O projeto segue agora para as comissões de Minas e Energia, Finanças e Tributação, Constituição e Justiça e Cidadania.

LINK: http://www.zonaeletrica.com.br/canal_juridico/downloads/20080602n04a01/PL_2027_2007.pdf

COMENTÁRIO: Um passo importante para estimular o desenvolvimento de energias renováveis e o mercado de créditos de carbono, bem como mecanismos de deselvolvimento limpo. Projeto de Lei de autoria do Deputado Antonio Carlos Mendes Thame.